9.06.2012

Carteira.

Ontem foi dia de cabeleireiro. Para mim e para o meu pimpolho. Porta-se tão bem, um verdadeiro homenzinho, muito quieto enquanto lhe cortam o cabelinho à tesoura. Sim, por enquanto, nada de máquina. Afinal de contas, nem tão cedo vai para a tropa! hehehe
Mas escrevo por outro motivo. É no cabeleireiro que coloco a leitura cor-de-rosó-fashion em dia. Ontem não foi excepção, enquanto esperava e lá agarrei numa Elle, ou seria Vogue... Olha, não faço ideia!... Continuando, agarrei numa dessas revistas de moda e dei por mim a perguntar: "Mas que é isto?!?!" Que coisinhas mais pobres! Quem é que compra revistas que mostra coisas que não podemos ter?!?! Mostram roupas que custam centenas de euros, jóias que custam milhares de euros. Mostram mulheres photoshopizadas, supostamente usando os melhores produtos de beleza. Creme para os olhos, para as rugas, para o nariz, para os lábios, para as bochechas, para as orelhas... Ufa! Eu mal tenho tempo para lavar a cara, pentear o cabelo e colocar um risco preto nos olhos, quanto mais besuntar-me toda! E não, não preciso de uma destas revistas para me fazer sentir frustrada ou infeliz com a vida. Para isso basta ligar a tv! E para sonhar, basta-me olhar o meu filho e o meu marido. Agora, entupirem-me as veias com o mundos dos outros, não obrigada! 
Não me mexem na carteira!
O´

14 comentários:

  1. Eu só tenho uma revista dessas na mão quando vou de férias (compro para ir entretida na viagem) ou quando vou ao dentista. Raramente olho para o preços do produto. Reparo apenas nas cores e no corte das roupas e inspiro-me nas tendências para o meu trabalho. Estudo a maquilhagem para experimentar com a paleta que tenho em casa (acho que só uma vez por mês é que me pinto e mesmo assim é só os olhos).

    Longe de min fazer disso uma bíblia. Eu gostava era do tempo em que passavam desfiles de moda na TV, sempre me inspiraram a criar as minhas próprias peças.

    Bom dia :D

    ResponderEliminar
  2. Essas revistas irritam-me, por isso não as compro e é raro pegar numa. Por acaso nas férias a minha prima levou a Happy para a piscina e eu dei uma vista de olhos. Dá vontade de ir à redacção furar os olhos a alguém. Lol. Enfim, o target dessas revistas definitivamente não sou eu.

    ResponderEliminar
  3. Eu não leio essas revistas, de todo!
    Bahhh...até porque a maioria das pessoas que por lá aparecem vivem de aparencias. Enfim, uma fantochada!!! :p

    Beijito para ti e para o pimpolho :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. De aparências mesmo, com maior parte das coisas cedidas para publicidade!

      Eliminar
  4. Olha, estou quase plenamente de acordo. :D Eu entendo o lado comercial das revistas - elas precisam da publicidade para sobreviver e marcas caras atraem mais marcas caras o que significa dinheiro em caixa. Desengane.se quem julga que é com as vendas da publicação que se faz dinheiro (sobretudo ao nível de Portugal).

    Agora, é o que dizes. Não passa de um catálogo e ainda por cima de um catálogo ao qual não conseguimos aceder. E que já enjoa de tão surrealista. E que depois faz com que saia o tiro pela culatra às fashionistas: tirando aquelas pessoas com óbvio (não é aparente; é óbvio) poder de compra, quantas vezes não vês alguma miúda com uma Vuitton ou Carolina Herrera ou sei lá que mais e pensas "hmm.. comprou nos ciganos ou pediu emprestada/emprestaram.lhe p falar nela em algum blog?" Olha, eu penso.

    Não compro revistas de moda porque não compro moda (assim como gosto do catálogo do ikea porque gosto de lá comprar muitas coisas, mas não acho piada aos de outros sítios porque não sou cliente nem estou interessada em ser). Ainda assim, é verdade que uma pessoa gosta de se entreter a ver as coisas, e às vezes saco (maravilhas da internet) uma ou outra edição online. Agora dizer AIIIII QUE BOM!!!! ADORO TUDOOOOOO!!! Está bem. Tal como da história da Cinderela. Não quer dizer que eu me torne princesa. ;)

    ResponderEliminar
  5. Costumo comprar algumas revistas mas não todas e não sempre e tenho também reparado que estão a piorar; No principio a Elle e a Maxima tinham peças reais com preços reais para mulheres reais; agora já não sei que fantochada é aquela.
    Artigos de fundo não tem (saudades da Marie Claire e dos artigos inteligentes), por isso estou como a Libelinha, levo quando vou viajar para me entreter e vejo-as muitas vezes para me inspirar. Ver novas formas de conjugar aquilo que já tenho e acrescentar uma peça ou outra que compre (low cost)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Se pelo menos houvesse artigos inteligentes. Mas são completamente ocas!

      Eliminar
  6. é por isso mesmo que não as leio...Sem falar que 50% da revista é pura publicidade...

    Beijinho*

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eles ganham com as publicidades, senão se contassem apenas com as vendas não tinham perninhas para andar!

      Eliminar