9.22.2014

Mil migalhas.

Uma mãe faz carinhosamente biscoitos para o seu pequenino. Ele prova e diz que estão óptimos. Come uns 3 ou 4. No dia seguinte, pergunta: Queres levar uma caixinha de biscoitos para os teus amiguinhos? Resposta dele: Não mãe, são duros
O coração ficou desfeito em mil migalhas. Ontem eram bons e hoje são duros?!?!?!?!?!?
Aprende, Uba, é apenas um entre muitos desgostos de amor. lol

9.19.2014

Tablet.

Sem tempo para muito mais.
Deixo-vos uns cartoon que considero delicioso.
Bom fim-de-semana e não se esqueçam de observar o que vos rodeia. 
img.: fonte desconhecida

9.15.2014

Desafio aceite.

Estava a falar com PinUp, que me lançou um desafio de 5 perguntas.
Gostei de ser desafiada e aqui estão as minhas respostas.

 1- És realmente feliz, ou tens uma vida simplesmente confortável?

Sou feliz. Agora então, sinto essa felicidade dentro de mim. Hehehe Porém o ser feliz é feito de momentos e não do sempre, se é que me faço entender. Há momentos que nos fazem imensamente felizes, em que nos sentimos completos. Porém, há outros em que a tristeza e o desalento nos tentam consumir. Mas isso não significa que sejamos infelizes.

       2 - Que música pode retratar o estilo de vida que tens?

Hum… Gosto de tantas músicas, identifico fases da minha vida com tantas músicas… Porém, há uma que me tem tocado especialmente: “O tempo não pára”, de Mariza.
Porque vejo o tempo voar, o meu pequenino a crescer tão rápido e quero abraçar tudo, quero conseguir tudo e muitas vezes não consigo porque o tempo não pára e porque não sou uma super-mulher. Mas sinto-me uma super-mãe! :P

3 - Se em vez de um nome, tivesses o título de um livro, como te chamarias?

Um qualquer de Eça de Queirós ou de Saramago, os meus escritores preferidos.  

      4 - O que farias se não tivesses medo?

Saía deste país e recomeçava com os meus do meu lado, claro.

      5 - No amor, para ti, vale tudo?


Não. A partir do momento em que não há respeito e felicidade, não há amor.



9.11.2014

Completa.

Foi terrível para mim guardar este segredo maravilhoso. Porém, ao mesmo tempo, não sentia aquela necessidade de falar sobre o assunto, de me expor. Nesta segunda gravidez sinto-me mais calma, menos ansiosa. Usufruo de tudo com muito carinho, muita paciência. Procuro não me stressar demais, procuro ter muita paciência pois tenho um ser cá fora, de quase 4 anos, exigente, tagarela, cheio de energia e amor para dar. Ao mesmo tempo que sinto toda essa calma, essa segurança, também sou assolada por maus pensamentos, de receios. Talvez porque sei o que pode correr mal, o que pode e o que vai acontecer. Já não é aquele adormecimento, não é uma experiência de sonho digamos assim porque já há uma primeira experiência por trás, há toda uma realidade, com alegrias, sofrimentos, canseiras, felicidades. Mas se continua maravilhoso como se da primeira se tratasse?! SEM DÚVIDA! É um sorriso permanente, é um admirar da barriga, é uma ternura sentir os movimentos do bebé. Neste caso, há outra experiência maravilhosa a acontecer em simultâneo: as perguntas do maninho mais velho, como ele se intitula. Foi muito giro, muito mesmo, contar-lhe. Como todas as crianças, surgiram as perguntas e as reclamações: Uma maninha? E um maninho tb?, Como é que o bebé foi parar à tua barriga? (Não estava à espera desta tão cedo, confesso.), Eu quero que a bebé nasça hoje!, Eu não quero nenhum bebé. Não quero nenhuma maninha., Oh, a maninha é tão fofa. Como podem ver, é uma dualidade de sentimentos. Não deve ser fácil para uma criança assimilar tanta informação, tanto sentimento. Sabemos bem que quando surgir alguma impertinência, algum mau humor, o bebé é que vai pagar. lol Mas é tudo natural, tudo normal. E fizemos como quisemos, só lhe contámos após sabermos o sexo do bebé. Até lá ele foi soltando exclamações em relação ao aumento da minha barriga: Mamã, a tua barriga está gorda. Gigante! Mas o mais engraçado, apesar de saber que as mulheres ficam com barrigas grandes porque têm bebés lá dentro, ele nunca associou isso à própria mãe porque para ele "Eu é que fui o bebé na tua barriga"
Enfim... Desculpem o testamento mas tem sido uma experiência maravilhosa e rica! 
Sinto-me... Completa!
img.: ilustradora Ana Oliveira

9.09.2014

A vida é boa!

A razão da minha felicidade.
Fomos novamente abençoados. E desta vez com uma menina!

img.: desconhecida


8.29.2014

Sou e estou feliz.

Ontem, ao assistir à entrevista da Judite ao CR, chorei. Imaginei, aliás, acho que conseguimos ver, o esforço daquela mulher, ao dizer aquelas palavras... A tremer imenso, com a voz insegura, ia fazendo as perguntas... Mas aquela não é a Judite de outrora, nunca será. Deve ser uma dor imensa pela qual espero nunca passar. Dói cá dentro, sentimo-nos pequeninas, sentimos náuseas só de pensar, só de assistir a estas histórias de vida...
Muita força à Judite, que consiga viver os dias da melhor forma possível. Porque acredito que seja difícil continuar a viver.
Temos de agradecer a sorte que temos na vida, agradecer a vida feliz que temos. Ver o bom, a preciosidade dos momentos simples da vida. Amar. Beijar. Abraçar. 
Sou e estou feliz. 
Bom fim-de-semana, minha gente.