Ontem passei por uma experiência interessante. Fomos jantar à nossa tasquinha preferida. Estava lá a proprietária com a filhota mais nova, de mês e pouco. Peguei na pequenina ao colo, Ai que saudade de ter assim uma coisinha minúscula!, e qual o meu espanto ao ver o meu pimpolho aflito porque Mamã, não podes pegar na N. ao colo. Mamã, senta-te. Mamã... Sempre agarrado à minha perna. Lá fiz sinal ao espojinho para dar atenção ao pimpolho. Pegou nele ao colo e o fofo aninhou-se todo como quem diz, Preciso de miminhos. Mal devolvi a princesinha, o meu tesouro esticou os braços, peguei nele, deu um gemido e amarrou-me com força. Pela primeira vez senti os ciúmes dele. Absolutamente normal, filho único, centro das atenções de pais, avós e tios. Foi interessante a experiência até porque temos por objectivo ter mais um e foi um teste, digamos assim. Passado um tempo, curioso pelo ser pequenino, lá foi ter com ela, mexia-lhe nas bochechas, ainda meio sem jeito, mexia nos pés, Ai mamã, tão pequeninos. O meu pequenino, todo ele rapaz nas atitudes, nos gestos, é um docinho também. Muito carinhoso, enche de mimos e beijos quem gosta. Sou uma mãe completamente babada. E sinto, o que muito me alegra, que eu e o espojinho temos feito um óptimo trabalho.
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