11.13.2013

"Gajar".

Hoje em conversa com duas fofas da blogosfera fiquei com vontade de "gajar". Vão ter jantar de gajas, grupo de amigas. E pronto, eu tenho saudade destas coisas. Tenho saudade da minha gente, das minhas pessoas. Saudade... Palavra mais dolorosa, caramba. Por isso, eu hoje ia "gajar", e ia rir, e ia brincar, e dizer porcarias e ter conversas sérias. lol Mas pronto, como isso não acontece, vou ter com o meu pequenote, vamos para casa, entretanto chegará o meu grandote. É esta a minha felicidade. Mas não deixo de ter saudade de "GAJAR".

11.12.2013

Raismaparta.

Nada de colchões, nada de estante. Aiiiiiii Anda uma gaja cheia de pica para pimp-the-house e as coisas não aparecem. Raiasmaparta! lol
Pelo menos tenho avançado nas prendas de Natal. hehehe Já conto com seis pessoas presenteadas. Oh yeaaaahhhhh! A baixo custo e prendas originais. Nisto a internet ajuda bastante, há sites muito interessantes, que nos aparecem com produtos giros e que nem nos lembraríamos em oferecer. Por isso, julgo!, estamos no bom caminho. O mais complicado para mim é oferecer prendas a pessoas que têm tudo, principalmente crianças. Então, quando vou a casa das ditas e vejo prendas passadas que nem chegaram a sair do pacote... Custa-me! Custa por sentir que falhei e custa-me ver que hoje em dia não se dá valor a nada. Por isso, gastar muito dinheiro para quê?! Prendinhas de 5, 7 euros e já é muito bom!
A vida está cara!

11.11.2013

Rezingona.

Cheguei ao fim do fim-de-semana completamente ko. Sentia-me sem energia nenhuma e tive de presente uma bela enxaqueca. Não sei se foi pelo excesso de socialização, porque levou a menos descanso e a mais correria, se era o organismo que precisava de restabelecer e eu não lhe dei oportunidade. Eu sou uma gaja que não consigo estar quieta, por isso a minha ideia de descanso é simplesmente não ter vida social. lol Imaginem, na sexta-feira tive jantar lá em casa, o pequenino deitou-se pelas 23h. No sábado arrumei a casa sozinha. Primeiro pensei apenas em aspirar o quarto do fofinho, depois pensei que a sala também precisava... Aspirei a casa toda, limpei o pó e ainda despachei os wc. Obviamente que à noite estava de rastos. Descansei?! Não, fomos jantar a casa dum casal amigo. Resultado, só chegámos a casa depois da meia-noite. No domingo acordámos cedo e preparámo-nos para ir a um almoço-surpresa de família. Saímos de lá ao fim da tarde, eu com a enxaqueca já instalada, o pequenino a fazer birra de sono... Fiz o jantar. Fui deita-lo... Acordei perto da meia-noite, acordada pelo meu espojinho para me ir deitar. 
Hoje acordei rezingona. Sonhei com o CR 7, era mãe do filho dele!!! Mas tipo, sonhei com ele, que era mãe do filho dele, mas cenas erótico-badalhocas nada! Isto irrita porque até em sonhos sou apenas mãe. Não pode ser! LOL 
Resumindo: mãe/mulher/gaja sofre. lol
Boa semana!

11.08.2013

Fofinho.

Para além de ser sexta-feira, tivemos a boa notícia de que a Direcção deu aval para a marcação da majoração de três dias. Ah bendito Tribunal Constitucional! hehehe O pior mesmo será conciliar as férias. É porque, se olharem bem no calendário, estes dias cabem que nem gingas na semana do Natal. Ah pois é. E eu quero ir ao meu Norte. Vamos lá ver se tenho aprovação das férias. Medo.
Por isso o meu fim-de-semana já se vislumbra positivo com estas boas notícias. 
E ando ansiosa para que cheguem os materiais para o quarto do pequenote! Vai ficar com um quarto à maneira! Eu sou muito relaxada nestas coisas. Já quando estava grávida não me preocupei em pintar quarto, fazer ricocós. O que me preocupava era mesmo ter um berço, roupas suficientes, materiais de puericultura adequados, paz e sossego. lol Claro que depois vejo quartos pensados ao pormenor e penso, Oh que coisinha mais linda! Desnaturada, Uba Maria. lol Mas para tudo também é preciso tempo e, muitas das vezes, dinheiro. Preferi guardar o dinheiro para agora, coisas que perdurarão porque adequam-se para as idades futuras. Mas é como digo, adooooorooo coisas fofinhas! lol 
Por isso, um fim-de-semana MUITO fofinho!   

11.07.2013

Desafio.

Ontem, em conversa com uma fofinha, falamos sobre o mudar o nosso temperamento. Ou melhor, eu falava sobre o "ser um vulcão adormecido que quando explode consegue arrasar". Eu sou assim, guardo as minhas emoções até não poder mais, depois... Descamba tudo. Mas estou a tentar mudar. Muito! Uma das coisas que tenho feito é reflectir. Exactamente, reflicto sobre os meus actos, vejo a consequência dos mesmos em mim, nos outros e procuro mudar o que considero errado e maligno, quer para mim, quer na minha relação com os outros. E, nesses outros, os mais importantes são o meu espojinho e o meu filhote. Porque são as pessoas que mais amo no mundo, que estão diariamente presentes, para o bem e para o mal. Outras das coisas que tenho feito é ler. Ler muito sobre parentalidade positiva, parentalidade consciente e procurar tirar daí o que melhor se adequa à minha vida, às minhas crenças. Sei que ainda tenho um grande caminho por percorrer, mas sei que vou pelo bom caminho. Temos os nossos pais como exemplo do que queremos seguir e do que não queremos seguir. A partir daí, eu tenho construído o meu caminho. Procuro ser uma mãe mais comunicativa, que tem tempo para ouvir e para conversar com o filho. Procuro ser uma mãe amorosa, que diz amo-te todos os dias, que abraça, que beija, que dá mordidas de amor, que brinca, que é palhaça. Procuro ser uma mãe que impõe regras, que diz não assertivamente. Tento, cada vez mais, não dar palmadas. Coisa que nem sempre consigo. Depois dói-me ainda mais a mim, pois cada palmada acerta-me directamente no coração. Mas nem sempre estamos bem, nem sempre temos paciência, nem sempre a vida nos corre como gostaríamos. Contudo aí está o desafio, o saber dar a volta, pois sabemos que aquele pequenino ser-que-amamos-mais-que-tudo no mundo não tem qualquer culpa, e não nos deixarmos levar por más vibrações. É uma luta diária, acreditem. Há alturas em que chego ao fim do dia e estou de rastos. Mas sabe tão bem!

11.06.2013

Juntas.

Há coisas que me custam imenso saber, ouvir, ler, ver, mais ainda desde que fui mãe. Notícias de mães que matam os filhos, de mães que se matam com os filhos, mães que escondem filhos, mães que renegam filhos, mães que sofrem pelos filhos, mães que procuram os filhos... É pá, sofro demais com isto. É a sensibilidade à flor da pele, é o colocar-me no lugar daquela mulher... Quando se trata de mulheres que matam os filhos não consigo simplesmente apontar-lhes o dedo, culpabilizá-las, chamar-lhes isto e aquilo. Acredito que, para uma mãe fazer isso. há algo muito errado, muito triste, muito profundo... Há mulheres que sofrem anos e anos angustiadas, amarguradas, muitas por depressão pós-parto, outras vítimas de violência, de perseguição. No último caso que ouvi, essa mãe era vítima de perseguição por parte do ex-companheiro, pai da criança, que a obrigava a prostituir-se e que, pelos vistos, apesar de não querer saber da criança, ameaçou que ia pedir a guarda da mesma!! O que passou pela cabeça desta mulher para comentar tal acto de desespero? Passou o amor enorme que tinha pela criança e imaginou a vida terrível que ambos iriam passar se aquele homem conseguisse realmente o que queria. Acredito piamente que foi por amor. E a culpa não é dela, a culpa é da sociedade que continua a não punir verdadeiramente os agressores físicos, os agressores psicológicos. Porque ainda existe a ideia do poder do homem sobre a mulher, a submissão. Quantas e quantas mulheres não fogem largando tudo para trás, escondidas, com medo de serem encontradas?! Recomeçam a vida do zero!
Por isso, mais do que apontar o dedo, temos de aprender a agir e ensinar a agir. Sim, porque como mulheres e mães, está nas nossas mãos educar as gerações futuras. 
Que aquelas almas descansem em paz. Juntas.

11.05.2013

D´Or.

O Canal Panda tem-nos presenteado com uma série de desenhos animados que eu amei na minha infância.
O nome diz-vos alguma coisa? Vá, cliquem no link e vão espreitar. Adorava! Não sabia falar francês mas cantava a música de uma ponta à outra. Algumas palavras aldrabadas obviamente. Há coisas que sabem bem recordar e partilhar com o mais pequenino. Ver o brilho nos olhos dele sempre que vê um episódio, faz-me recuar no tempo com olhos no presente.
Ah, ah, ah, ah, ah,
Esteban, Zia, Tao, les Cités d'Or
Ah, ah, ah, ah, ah,
Esteban, Zia, Tao, les Cités d'Or...
Maravilhoso!