5.16.2013

Sem sair do lugar.

Têm sido dias complicados em termos de trabalho. Mas, tenho tido tempo para viajar. Sem sair do lugar! E digo-vos, a minha alma anda lavada de tanto "respirar ar puro". Hoje, fartei-me de "comer" chocolate e queijo. Mais queijo, admito! Sou fã a 100%!!!
O´

5.14.2013

Deu-me para isto.

Ser mãe muda-nos. Sem sombra de dúvida. Se para melhor ou para pior, isso deixo ao critério de cada uma. Eu fiquei diferente. Fiquei completamente obcecada por aquele ser, completamente vidrada naquele cheirinho, naquele sorriso, naquela pele... É uma coisa tão carnal e ao mesmo tempo tão sentimental. Ainda ontem ao adormecê-lo, olhava-o, completamente babada e deixava voar os meus pensamentos. Estarás por perto, no máximo até aos 18 anos. Depois quem sabe os altos voos que quererás dar. Poderás ir estudar/trabalhar para fora do Algarve, para fora do país. Como lida uma mãe com isso, com essa separação física? O cordão umbilical corre mundo, é extensível. Às vezes incomoda, aperta, sufoca, mas é de tanto amor. 
Eu sou assim, penso, sofro por antecipação, mas também sorrio ao imaginar os sucessos, as conquistas, as alegrias. 
Hoje deu-me para isto...

5.13.2013

Queria.

Este fim-de-semana foi muito bom. Queria dizer tanto, tanto... Mas ainda não posso. Vou ficar caladinha, caladinha. Quando for a altura certa, logo o direi! hehehe 
Entretanto, vou trabalhar que estou cheia de trabalho!!! Isto de ter multitarefas tem que se lhe diga. 
Bom início de semana!
O´

5.10.2013

Por amor.

Porra para isto. Odeio ver um amigo sofrer, para mais um do coração, coisa mais linda da minha vida, prenda dos deuses. Não é justo! Ele merece ser feliz. Merece ter alguém do seu lado, alguém completo, sem dúvidas. Sofrer por amor é uma seca!
O´

5.08.2013

Maltinha.

O que eu não suporto gente que passa a vida com cara de enjoado e a lamentar-se por tudo e por nada... É que não há pachorra mesmo!!! Uma gaja chega de férias e leva com esse trombil... 
A sério maltinha enjoada, sacudam-se!
O´

5.07.2013

Voltei.

Voltei. 
As férias foram óptimas, já não ia ao meu Norte há imenso tempo. Aliás, nem sei precisar quando, mas com certeza já quase há um ano. Infelizmente não pudemos fazer tudo o que queríamos, visitar todas as pessoas que queríamos, pois o pequenino ficou doente. No segundo dia a Norte acordou com um pouco de febre e muita tosse. Pronto, adiada a nossa ida ao Porto, a Serralves; a Ponte de Lima, lambuzarmo-nos de belas paisagens, de rojões e dum belo sarrabulho. Mas ficamos pela minha cidade, que estava em plena festa. Nos primeiros dias não fizemos grandes aventuras, para o pequenino ficar sem febre. Até porque havia casamento em breve e não queríamos que ele faltasse. Curou-se, a tosse acalmou, e lá fomos nós a mais uma festa de família. O noivo não quis chamar de casamento, mas sim de festa. Foi apenas um formalizar, pelo civil, pois o amor e o companheirismo existem há anos e já deu um belo fruto. 
De regresso há sempre aquela sensação de perda, de saudade que custa controlar e amenizar. Mas o melhor mesmo é pensar nos bons momentos, nas partilhas.
E pronto, há que voltar ao trabalho que a troika não está para brincadeiras. Chiça penico!
O´


4.23.2013

Perdidas.

Há pessoas muito perdidas neste mundo. Desde ontem que a minha colega de acção social anda "enrascada" com um jovem, de uns 20 anos. Não é de cá, vive na rua, não quer voltar para casa da avó no Alentejo. É uma pessoa que não tem laços fortes com ninguém, que não se consegue inserir, e que tem andado a ligar para um e para outro familiar na tentativa de que alguém lhe dê a mão, como ele mesmo disse ao telefone com uma prima. Essa mesma prima ficou de falar com os pais, ficou de dar uma resposta e até agora nada. Ainda esta noite dormiu na rua. Não quero mais dormir na rua, diz ele. Tem aqui um irmão, institucionalizado. Queria ser recebido nessa mesma instituição, mas é impossível, é maior de idade e não é assim que as coisas funcionam. As instituições recebem crianças por ordem do Tribunal, não por solidariedade familiar. Pena não termos cá nenhuma nesses trâmites. Vamos ver como isto termina. Por enquanto, temos mais um jovem na rua.
O´