Voltei.
As férias foram óptimas, já não ia ao meu Norte há imenso tempo. Aliás, nem sei precisar quando, mas com certeza já quase há um ano. Infelizmente não pudemos fazer tudo o que queríamos, visitar todas as pessoas que queríamos, pois o pequenino ficou doente. No segundo dia a Norte acordou com um pouco de febre e muita tosse. Pronto, adiada a nossa ida ao Porto, a Serralves; a Ponte de Lima, lambuzarmo-nos de belas paisagens, de rojões e dum belo sarrabulho. Mas ficamos pela minha cidade, que estava em plena festa. Nos primeiros dias não fizemos grandes aventuras, para o pequenino ficar sem febre. Até porque havia casamento em breve e não queríamos que ele faltasse. Curou-se, a tosse acalmou, e lá fomos nós a mais uma festa de família. O noivo não quis chamar de casamento, mas sim de festa. Foi apenas um formalizar, pelo civil, pois o amor e o companheirismo existem há anos e já deu um belo fruto.
De regresso há sempre aquela sensação de perda, de saudade que custa controlar e amenizar. Mas o melhor mesmo é pensar nos bons momentos, nas partilhas.
E pronto, há que voltar ao trabalho que a troika não está para brincadeiras. Chiça penico!
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