8.27.2012

Rugido.

Foi um fim-de-semana de praia. Soube bem entrar no mar, apesar da água fresquinha. Já não sou aquela mulher do norte que aguenta a temperatura fresca/fria do mar. Vergonha! lol
É a chamada "semana do adeus". Será mais um "até breve", mas custa na mesma. Então devido a determinadas circunstâncias, irá custar ainda mais! 
Entretanto, espero ter novidades. Em breve! Ando em pulgas, um misto de ansiedade, medo... Mas é um grito de liberdade! Há muito preso na garganta e, preparem-se, quando sair vai parecer um rugido de leão! raaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
Boa semana!
O´

8.24.2012

Ponto final.

Este país não anda bom da cabeça, com certeza.
Privatizar a rtp. Terminar com a rtp2. Tirem-nos tudo, vá lá! Se eu fosse governante começava a privatizar tudo, a vender tudo. Não perdoava nada! Vendia os monumentos nacionais, os parques naturais aos lotes (Devia dar bom dinheiro!!!), cedia a orla marítima... Desfazia-me de tudo! Afinal de contas, se não conseguimos travar os gastos públicos está mais que provado: nunca vamos conseguir recuperar. Venham troikas atrás de troikas! Somos um fracasso! Ponto final! 
A sério... Não sei o que será deste país. Estamos a estragar tudo. 
Estado: S.O.S. por favor.
O´

8.23.2012

África minha.

Não sou racista, nem xenófoba, nem nada que se parece. Penso que sou uma pessoa justa, que olha as pessoas para além da sua cor, da sua crença. Contudo, sinto que o mundo está  a mudar sempre que vejo pessoas de raça negra - Angolanos, será?! - bem montados. Cada vez se vêem mais. Ainda ontem três viaturas seguidas, uma carrinha mercedes, um carro do qual-não-me-lembro-da-marca e um jeep da Audi. Não estou a dizer que não têm direito, claro que têm. Mas é nestes pormenores que se nota que a riqueza africana começa a mostrar-se no continente europeu. 
Ou então eu nunca tinha reparado...
O´

8.22.2012

Sentir.

Tão bom ter família por perto. Sinto-me mais leve, mais bonita, mais cuidada. Mas a parte da leveza faz-me um bem à alma que nem consigo explicar, apenas sentir. E saber que isto tem tempo limite faz-me viver tudo ao máximo e querer aproveitar tudo. Fazem-me tanta falta! 
O´

8.21.2012

Gente dramática.

Depois de ler uma citação num dos meus blogues preferidos, cheguei à conclusão que realmente chega de dramas e de gente dramática na nossa vida. Um grande Xô pra lá!, para essas pessoas que criam dramatismos onde eles nem existem. Então quando vem da parte da família, directa ou indirecta, é que não há mesmo pachorra. Tenho vivido com dramas diários que não lembra a ninguém. Tenho tentado suportar, seguir em frente, relevar. Porém, quando o copo começa a transbordar as coisas pioram e a paciência tende a desvanecer. Com o nascimento do nosso pimpolho, por incrível que pareça, alguns relacionamentos familiares foram-se complicando. Há pessoas que querem fazer demais, participar demais, sem pedir autorização. Lamento, não permito isso. O filho é nosso, portanto os pais somos nós. Obrigada pela ajuda, mas já chega. E acabem com os dramas, se faz favor.
O mundo agradece!
O´

8.20.2012

Boa semana.

Há muito tempo que não tinha um fim-de-semana assim. Coração cheio! 
Boa semana para todos/as!
O´

8.17.2012

Bomba de fragmentos.

Divórcio. É uma palavra feia. Até acontecer perto de nós, parece algo transcendental. Como vou explicar... Sabemos que acontece, que é normal, mas quando acontece perto tudo muda de figura. É como se o divórcio fosse uma bomba de fragmentos. Quando rebenta atinge quem está mais próximo. Eu estou cheia desses fragmentos e, de vez em quando, continuo a ser atingido por uns de efeito retardado. E já faz uns anos que é assim. Ando cansada (Podia falar no plural, obviamente.). É uma situação que se arrasta, que magoa, que deixa marca, deixa mágoa. Chega a dar raiva e só se quer é distância. O divórcio pode correr bem, desde que ambas as partes cheguem a um consenso e admitam que é o melhor a fazer. Quando uma das partes não admite, não aceita, tudo muda de figura. E aí é este "calcar da ferida", esta coisa que dói e não acaba de doer. A indiferença começa a tomar conta de mim. Mas é fingida e é o pior. Porque simplesmente já não quero saber. A solidão pode doer mas não é minha. Não tenho poder para mudar alguma coisa quando a pessoa interessada não quer mudar. O sangue não é tudo. O ser família, o ser de sangue, não perdoa, não corrige, não soluciona nada. 
Então vivo nesta indiferença fingida, mas necessária.
O´