8.22.2012

Sentir.

Tão bom ter família por perto. Sinto-me mais leve, mais bonita, mais cuidada. Mas a parte da leveza faz-me um bem à alma que nem consigo explicar, apenas sentir. E saber que isto tem tempo limite faz-me viver tudo ao máximo e querer aproveitar tudo. Fazem-me tanta falta! 
O´

8.21.2012

Gente dramática.

Depois de ler uma citação num dos meus blogues preferidos, cheguei à conclusão que realmente chega de dramas e de gente dramática na nossa vida. Um grande Xô pra lá!, para essas pessoas que criam dramatismos onde eles nem existem. Então quando vem da parte da família, directa ou indirecta, é que não há mesmo pachorra. Tenho vivido com dramas diários que não lembra a ninguém. Tenho tentado suportar, seguir em frente, relevar. Porém, quando o copo começa a transbordar as coisas pioram e a paciência tende a desvanecer. Com o nascimento do nosso pimpolho, por incrível que pareça, alguns relacionamentos familiares foram-se complicando. Há pessoas que querem fazer demais, participar demais, sem pedir autorização. Lamento, não permito isso. O filho é nosso, portanto os pais somos nós. Obrigada pela ajuda, mas já chega. E acabem com os dramas, se faz favor.
O mundo agradece!
O´

8.20.2012

Boa semana.

Há muito tempo que não tinha um fim-de-semana assim. Coração cheio! 
Boa semana para todos/as!
O´

8.17.2012

Bomba de fragmentos.

Divórcio. É uma palavra feia. Até acontecer perto de nós, parece algo transcendental. Como vou explicar... Sabemos que acontece, que é normal, mas quando acontece perto tudo muda de figura. É como se o divórcio fosse uma bomba de fragmentos. Quando rebenta atinge quem está mais próximo. Eu estou cheia desses fragmentos e, de vez em quando, continuo a ser atingido por uns de efeito retardado. E já faz uns anos que é assim. Ando cansada (Podia falar no plural, obviamente.). É uma situação que se arrasta, que magoa, que deixa marca, deixa mágoa. Chega a dar raiva e só se quer é distância. O divórcio pode correr bem, desde que ambas as partes cheguem a um consenso e admitam que é o melhor a fazer. Quando uma das partes não admite, não aceita, tudo muda de figura. E aí é este "calcar da ferida", esta coisa que dói e não acaba de doer. A indiferença começa a tomar conta de mim. Mas é fingida e é o pior. Porque simplesmente já não quero saber. A solidão pode doer mas não é minha. Não tenho poder para mudar alguma coisa quando a pessoa interessada não quer mudar. O sangue não é tudo. O ser família, o ser de sangue, não perdoa, não corrige, não soluciona nada. 
Então vivo nesta indiferença fingida, mas necessária.
O´

8.16.2012

Folga.

O feriado soube muito bem! Caseirinho, em preparação para receber a família. Quarto pronto, bolo no forno. Lá fora, vento fresco e céu nublado. Mas ainda se usa manga curta e calção. Sabe bem esta "folga" dada pelo sol tórrido. Sabe ainda melhor tê-las perto de mim. Tomar o pequeno-almoço a 4, entre piadas, novidades, partilhas. É por isso que o Agosto me sabe tão bem. 
Duas semanas de coração quente!
O´

8.10.2012

Ui!

Fim-de-semana. Ui, tão bom!!! hehehe
A três. Pezinho na areia. Cu no mar. Vida booooaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Mudando de assunto, radicalmente.
Choca-me muito, bastante, bué, pra car$%$%, ver malta da nossa idade (trintas!) a felicitarem os EUA por terem maior número de medalhas porque são uma grande nação, blablabla.
Quer dizer, eu vivi nesta ilusão quando era adolescente e acreditava que tudo o que vinha da América era bom, melhor e justo. Mas acordei, felizmente. Não estou a dizer que são um povo mau, não estou a culpá-los pelas desgraças do mundo... Mas daí a considerá-los exemplo... Não, obrigada! Até porque os EUA não são apenas NY e Washington. Os verdadeiros americanos vivem no interior, são medrosos, preconceituosos, racistas, vivem no mundinho deles e não gostam de mais ninguém senão deles. E isso assusta-me, confesso! Sim, têm coisas boas e dão grande contributo ao mundo. Mas, orgulho-me de ser portuguesa. Obrigada!
Bom fim-de-semana!
O´

8.09.2012

=

Calor+humidade = roupa colada ao corpo.
É horrível!
E vão dois dias assim. Se pelo menos estivesse na praia... Mas não, estou sentadinha a uma secretária, sem ar condicionado no gabinete, obrigada a ter as luzes acesas por falta de luminosidade. O inferno existe e é quente e húmido como o meu local de trabalho!
O´